Jogamos - In Game Adventure: Legend of Monsters

 Mamilos Club - Recomenda - In Game Adventure: Legend of Monster


In Game Adventure: Legend of Monsters é um top-down shooter desenvolvido pelo brasileiro Alysson Moraes. O título conta com o modo história e o modo aleatório (random mode), que nada mais é que um modo sobrevivência.


Ana é sequestrada por um mago dos video games (por nenhum motivo) e levada para dentro de um jogo. Seu irmão Alex ao perceber o ocorrido, vai atrás dela e se depara com um exército de zumbis e criaturas mágicas que tentam impedi-lo de alcançar o chefão. A história do jogo é bem básica e nada trabalhada, é apenas um pretexto para a ação acontecer.

Há cinco mundos com temáticas diferentes e em cada mundo quatro níveis para passar, após terminar todos os quatro níveis de um mundo você então é levado até uma loja para comprar armas, itens ou melhoria (no caso, aumentar sua vida máxima) com ouro e cristais encontrados nas fases. Os gráficos não são nada demais, é um básico satisfatório, algumas armas tem suas sprites estranhas (como a sniper que não se parece com uma sniper), mas realmente não é um problema isso. As músicas do jogo são bem legais, e os efeitos sonoros são poucos, as fases possuem apenas armadilhas, inimigos, vasos e algumas árvores.

A jogabilidade é boa, os inimigos embora não sejam difíceis, compensam na quantidade, diversidade e com a forma do mapa gerado aleatoriamente, que pode ajudar ou atrapalhar bastante, como em um nível que eu tinha um corredor imenso para passar e muitos snipers inimigos estavam a me esperar do outro lado do mapa, foi impossível. Algo que não gostei é que os projéteis inimigos não possuem limite de alcance (com exceção do mago), eles percorrem o mapa todo até se deparar com algum obstáculo. Isso só vale para os inimigos, as armas do jogador possuem alcance e variedade nos tipos de tiro. Há também uma mecânica de pulo para desviar das balas e armadilhas, achei algo interessante e inesperado.


Um ponto extremamente negativo é que ao final de cada um dos mundos não há um chefão, há apenas um boss no final do jogo e não sei se era bug ou só uma escolha (como muitos outros jogos optam), mas não mostrava a vida dele. Eu lutei sem ter noção de quanto de vida restava no chefão e para atrapalhar mais, ele não muda o padrão de combate, é sempre a mesma habilidade de jogar um espiral de projéteis, teleportar e invocar monstros. Eu tomei um susto quando a luta parou do nada e o chefão desapareceu, faltou uma animação e talvez um diálogo para deixar mais suave esse final da batalha, ele simplesmente some e aparece a irmã do protagonista o agradecendo por tê-la salvado.

Vale lembrar que estamos falando de um jogo extremamente barato, e para tal, ele vale cada real investido. É curto, eu finalizei em uma hora, mas proporciona bastante diversão, além das conquistas que podem promover rejogabilidade. 

Pontos favoráveis: 
  • Preço muito baixo;
  • Variedade de inimigos;
  • Jogabilidade legal;
  • Possui tradução para português;
  • Diferentes armas;
  • Bastante ação e diversão.
Pontos desfavoráveis: 
  • História fraca e nada trabalhada (até dá para entender, o foco é a ação);
  • Ausência de mini chefões ao final de cada um dos mundos;
  • O traço da arte do jogo não é tão bonito;
  • Falta de variedade nas melhorias para o personagem (podia colocar maior velocidade, maior chance de dropar munição etc.).



Olá! Meu nome é Alice Liddell e sou responsável pela análise que você acabou de ler, dúvidas ou sugestões não deixe de comentar.

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