Mass Effect, Agents of Mayhem e outros jogos que nos decepcionaram em 2017



O ano de 2017 foi cheio de jogos incríveis, mas alguns, muito aguardados, acabaram sendo verdadeiras decepções, entregando um produto muito abaixo do que tinha sido vendido antes do lançamento ou do que os fãs esperavam.

Por isso, vamos relembrar oito títulos que foram particularmente decepcionantes, aqui na redação, em 2017. Vale lembrar que estes jogos não são necessariamente ruins, eles apenas não atingiram seus potenciais e acabaram sendo oportunidades desperdiçadas.

Mass Effect: Andromeda


Vamos ser honestos: a trilogia original de Mass Effect, apesar de ter tido altos e baixos, foi incrível e entregou uma história completa e fechada. Mas este não foi o fim da franquia e descobrimos que Andromeda estava a caminho. O medo se juntou com o hype e, apesar do enorme perigo de estragar a série, os fãs tinham esperanças. Entretanto, o que foi entregue foi um jogo incompleto, cheio de bugs, uma animação horrorosa e uma história desinteressante. Sem dúvida alguma, um game que poderia ser incrível, mas foi um desperdício e pode acabar matando a franquia de vez.

Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4

Marvel vs. Capcom: Infinite


A notícia de que o crossover retornaria pegou todo mundo de surpresa e os fãs mal podiam esperar para voltar às batalhas caóticas depois do morno MVC3. Mas o que nós recebemos foi um jogo extremamente feio, sem nenhum polimento e sem alguns dos personagens preferidos da comunidade, apenas para citar alguns dos principais problemas. O game ainda consegue divertir e a jogabilidade é boa em geral, mas está muito longe da experiência que o público fiel merecia.

Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4.

Agents of Mayhem


O que acontece quando você pega o mundo aberto caótico de Saints Row e combina com um monte de personagens carismáticos, cada um com mecânicas diferentes para jogar? Vamos ficar esperando para descobrir, porque Agents of Mayhem, que tinha prometido isso tudo, não entregou nada. Em vez disso, recebemos um jogo de tiro genérico, protagonistas exageradamente estereotipados, piadas sem graça, um mapa vazio e uma tonelada de missões repetitivas e entediantes, sem falar nos inúmeros bugs que simplesmente quebram o progresso da campanha.

Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4

Destiny 2


A empolgação da comunidade para Destiny 2 foi descomunal, em parte por prometer melhorar diversos elementos criticados do primeiro, em parte por finalmente chegar ao PC. No entanto, a verdade é que a Bungie deixou a desejar com o que entregou. A desenvolvedora realmente melhorou certos pontos, mas ainda trouxe de volta alguns problemas, apresentou uma história fraca e colocou muito pouco conteúdo, principalmente para quem está no final. Sem falar que o jogo foi alvo de diversas polêmicas em relação à falta de transparência com os jogadores, como o funcionamento de diversas mecânicas que pareciam enganar os usuários. Ainda dá tempo de arrumar tudo isso, mas por enquanto está bem abaixo do esperado.

Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4

Yooka-Laylee


Quando os criadores de Banjo-Kazooie anunciaram um sucessor da série para a nova geração, a comunidade foi à loucura e o projeto não precisou de muito tempo para alcançar o valor pedido no Kickstarter. Nostalgia sempre fala bastante alto, mas neste caso foi algo ruim. A verdade é que tanto os fãs quanto os desenvolvedores ficaram presos demais ao passado e Yooka-Laylee acabou se baseando demais no clássico título de Nintendo 64, que envelheceu bem mal em alguns elementos, em vez de ser uma continuação espiritual com ideias próprias. No fim, foi um jogo até divertido, mas muito longe do que gostaríamos – ou lembramos.

Plataformas: PC, Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch

Super Lucky’s Tale


Desde que foi anunciado, Super Lucky’s Tale deu a impressão de que poderia ser o grande representante dos jogos de plataforma da Microsoft. Sua existência ganhou ainda mais notoriedade com o retorno triunfal de personagens clássicos neste ano, como em Sonic Mania, Crash Bandicoot e Super Mario Odyssey. No entanto, o game da raposinha se mostrou apenas mais uma aventura genérica e entediante com controles completamente quebrados, personagens sem carisma e fases desinteressantes. Uma pena, de verdade.

Plataformas: PC, Xbox One

Star Wars: Battlefront II


Depois do primeiro jogo, que foi considerado um fiasco em geral, Battlefront IItinha absolutamente tudo para dar certo: um modo história escrito por um conceituado roteirista, um multiplayer mais amplo e a revelação de que todo o conteúdo adicional depois do lançamento seria totalmente gratuito. Mas infelizmente conseguiram transformar um dos jogos mais aguardados do ano em uma porcaria quase completa, com a maior polêmica de microtransações da história da indústria, um sistema de progressão sem nenhum bom senso, uma campanha desinteressante e criação de partidas automática que muitas vezes não funciona. Tanto a franquia Star Wars quanto os fãs merecem mais.

Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4


Fonte:Jovemnerd

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